A renda média mensal real dos trabalhadores do campo ligados à agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura registrou o maior aumento entre os grupamentos de atividade em 2025, com alta de 7,3% (o equivalente a mais de R$ 157) na comparação com o mesmo trimestre de 2024.
Os dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que o rendimento real habitual de todos os trabalhos (R$ 3.574) foi recorde, com altas de 1,8% no trimestre e de 4,5% no ano.
Valores históricos também foram registrados na massa de rendimento real habitual (R$ 363,7 bilhões), com alta de 2,5% no trimestre e de 5,8% no ano.
De acordo com a pesquisa, a taxa de desocupação no país alcançou 5,2% da força de trabalho, o menor patamar desde o início da série histórica, em 2012. De setembro a novembro, a PNAD Contínua identificou 5,644 milhões de pessoas em busca de trabalho.
O número de desocupados foi maior no trimestre encerrado em março de 2021, durante o auge da pandemia de covid-19, quando o número chegou a 14,979 milhões de pessoas.
“Encerramos o ano com mais uma conquista significativa: mais brasileiros e brasileiras empregados, mais renda chegando às famílias do campo e da cidade e mais dignidade para quem vive da agricultura”, destacou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.
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