Os investimentos que chegam a Mato Grosso do Sul trazem, consigo, uma demanda cada vez mais difícil de se encontrar: mão-de-obra.
Segundo o secretário da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso do Sul) , Jaime Verruck, no setor de proteína animal, por exemplo, há uma grande dependência de imigrantes como força de trabalho.
“Se por algum motivo, hoje, os venezuelanos saíssem do estado, nós teríamos de fechar de duas a três plantas frigoríficas”, afirmou.
Apesar de brincar que o estado deveria criar o programa “pró-gente”, Verruck disse que o governo de MS precisa investir em habitação para atrair mão de obra..
Ele cita que hoje cerca de 60.000 pessoas estão morando em alojamentos das empresas. Essas pessoas não trazem a família e acabam indo embora depois de três, quatro meses, aumentando o déficit de mão de obra.
Há um contato com a Agehab para construção de casas a fim de acomodar trabalhadores de fora.
Este é um corte do podcast Agro de Primeira.
A íntegra pode ser vista aqui.