O professor Elói Panachuki, professor de manejo e conservação de solo e água da Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), considera o plantio direto como a maior revolução tecnológica dos últimos tempos no campo.
Ele cita estudos que fazem no campus de Aquidauana para justificar a eficácia deste sistema em relação ao preparo convencional.
“No convencional, a gente perde de 20 a 30 toneladas de solo por hectare por ano. No plantio direto, a gente perde 1 tonelada de solo por ano por hectare.”
Isso demonstra a importância das pesquisas ao longo dos anos, principalmente, na busca da sustentabilidade.
“A taxa de formação é de 5 a 6 hectares por ano. Se perde 20 por ano, como isso ser sustentável?”, disse.
Este é um corte do podcast Agro de Primeira MS desta semana que fala sobre o solo do estado.
Mais informações do professor sobre o tema estão na íntegra do programa.
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