Federação aguarda resposta de Fávaro sobre candidatura ao governo

Grupo puxado pelo PT reforça convite para senador concorrer a cargo, com declaração de oposição a Mauro Mendes

(Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

A federação PT, PV e PCdoB aguarda uma resposta do senador Carlos Fávaro (PSD) sobre uma eventual candidatura ao governo de Mato Grosso. O grupo, acompanhado pelo PP, vem conversando com Fávaro nos últimos dias e espera uma definição até o fim de semana. 

 

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O convite para concorrer como o candidato da federação foi feito pelo ex-presidente Lula (PT) na reunião em que o deputado federal Neri Geller (PP) confirmou, com a direção nacional das siglas, ser o nome ao Senado, na semana passada. Hoje (21) pela manhã os partidos voltaram a encontrar avançar nas negociações. 

“O Fávaro seria o nome adequado para o grupo em Mato Grosso, um estado com bilhões no agronegócio, e ele tem um discurso que agrada a nós. Ele disse estar considerando e esperamos que ele possa nos acompanhar. Até porque, se ele disser que não, o grupo terá outro candidato”, diz o deputado estadual Valdir Barranco (PT). 

Questões implicadas 

As considerações de Carlos Fávaro passam pela viabilidade de apoio de uma eventual candidatura. Os prefeitos são os primeiros potenciais aliados que precisariam ser convencidos a entrar no projeto de federação. 

A reunião de mais cedo teve participação do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB). Ele tenta consolidar um nome de oposição ao governador Mauro Mendes (União Brasil), mas esse objetivo tem forte resistência dentro de seu próprio grupo político. 

Outro assunto a ser avaliado é confronto com Mauro Mendes. O governador tem evitado comentar a articulado encabeçada por Neri Geller e alguns filiados ao União Brasil – exemplificado pelo deputado estadual Eduardo Botelho – partido com o qual Fávaro tem afinidade, dizem não ver como traição a concorrência de Fávaro contra Mendes. 

O senador foi apoiado por Mauro Mendes nas campanhas principal e suplementar ao Senado. Conforme o governador, o apoio o teria tirado da oitava posição nas intenções de voto, em 2018, para a terceira. E dois anos depois o fortalecimento teria facilitado à eleição dele. 

 

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FONTEReinaldo Fernandes/ olivre
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